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Uma menina de voz forte que cresceu escutando James Brown e Aretha Franklin não poderia ter tido outro destino: virar uma cantora de soul. E das boas. Esse seria o caminho mais fácil para resumir a trajetória de Joss Stone, mas não o melhor: com apenas 26 anos, a artista inglesa já construiu uma carreira tão versátil que poderia até render um livro!
Com apresentação confirmada no Circuito Banco do Brasil no dia 31 de agosto, em Salvador, a cantora de longos cabelos loiros, olhos claros e estilo hippie chique já provou que veio para ficar. Bastou lançar seu primeiro álbum, The Soul Sessions, em 2003, para que as portas do mercado fonográfico se escancarassem: de lá para cá, emplacou um single atrás do outro, gravou cinco álbuns e experimentou o gostinho de ocupar o primeiro lugar na parada britânica com o disco Mind, Body & Soul, de 2004, quebrando o recorde de cantora mais jovem a chegar ao topo – façanha que antes pertencia à cantora americana Avril Lavigne.
Só a quantidade de prêmios que Joss já ganhou poderia render um capítulo a parte: em fevereiro de 2005, ela foi indicada a três Brit Awards, dos quais ganhou dois – artista solo feminina e artista britânica de música urbana. Como se não bastasse, no mesmo ano ela também concorreu a três Grammy’s em diferentes categorias, mas só veio a levar o primeiro para a casa em 2007, por melhor performance de R&B. Para coroar a boa fase, sua interpretação de Cry Baby/Piece of my heart foi lançada como single, ganhando o status de sua primeira música a fazer parte da concorrida parada da Billboard!
Hoje em dia, após realizar o sonho de lançar sua própria gravadora, a Stone’d Records, Joss conquistou a liberdade de compor respeitando o próprio ritmo, sem a pressão habitual do mercado. Quem já ouviu o seu novo álbum, The Soul Sessions Vol. 2, sabe do que a gente está falando: o disco tem clima de fim de tarde com direito a muita preguiça. Bom demais!
 
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